8 de setembro de 2009

Compromisso de amor

Quando entendemos o sentido do primeiro mandamento, entendemos a coerência da moral cristã, cuja meta é o amor de Deus. Mas é uma ascensão comprometida. Toda a amizade gera compromissos, laços de lealdade (o jovem rico – Mc 10).
Deus chama: este é um dado fundamental para cada homem. Ama-nos como somos e quer que o amemos com todas as nossas forças. O êxito ou o fracasso de uma vida moral pode ser medido pelo amor a Deus que se vai tendo.
A relação com Deus é um crescente compromisso. Começa-se talvez por ir a busca de algum benefício, mas depois se descobre que o principal beneficio é que Ele nos transforma em testemunhas do Seu amor no mundo.
É uma exigência que procede do amor. Quem ama, sente a necessidade de ele próprio ser mais digno do amor que recebe. Para sermos dignos do amor de Deus, é necessário melhorarmos – e muito. Deus é exigente com os que ama, porque lhes quer bem e os quer felizes.

O amor é uma realidade vida e tem uma história. É preciso cuidá-lo como um tesouro. É a única coisa que dá autêntica felicidade na vida. E o melhor dos amores é o amor de Deus.

3 de setembro de 2009

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Diz-se que antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo.
Mas ele não pode voltar...
E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece...
Por um lado, é desaparecimento, e por outro lado é renascimento.
Assim somos nós.
Voltar é impossível na existência.
Ninguém pode voltar.
Você pode apenas ir em frente e se arriscar.
Então: Coragem!
"Oh, não há nada como um pé depois do outro."

1 de setembro de 2009

Chão de Giz - Elba Ramalho

Não tenho o que escrever, porque ouço no repeat somente esta música hoje.

Eu desço dessa solidão, espalho coisas sobre um chão de giz
Há meros devaneios tolos a me torturar
Fotografias recortadas de jornais de folhas amiúde
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão, é inútil, pois existe um grão vizir
Há tantas violetas velhas sem um colibri...
Queria usar quem sabe uma camisa de força ou de Vênus
Mas não vão gozar de nós apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom

Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentada no seu calcanhar
Meus vinte anos de "boy, that's over, baby",
Freud explica
Não vou me sujar fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo é assunto popular

No mais estou indo embora

No mais..